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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Wittgenstein por Paulo Roberto Monteiro de Araujo
Fonte: Café Pensamento
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
Ludwig Wittgenstein
Em 1993, o British Film Institute produziu o filme Wittgenstein, dirigido por Derek Jarman e escrito por este em colaboração com Ken Butler e Terry Eagleton. Nesta ousada obra cinematográfica somos apresentados a um pensador irrequieto, irascível e indagador que expressa seu “espanto” frente a grandes “mistérios” filosóficos: “por que existe alguma coisa ao invés de nada?” ou “sei que o mundo existe, mas o seu sentido é problemático…”.
A vida do pensador austríaco Ludwid Wittgenstein, nascido em Viena em 1899 (no mesmo ano que seu conterrâneo Adolf Hitler), é exposta para o espectador em vários episódios-chave, desde sua infância repleta de aulas de piano e preceptores tagarelas, quando já era considerado um “garoto prodígio” e excêntrico (que inclusive conversa com marcianos...), passando por episódios “anedóticos” de seu percurso biográfico (como sua tentativa fracassada de entrar na União Soviética, onde queria trabalhar como operário para conhecer de primeira mão a realidade social no país da revolução bolchevique).
Fonte: A casa de Vidro
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Origem da Linguagem
Caros leitores,
A questão é que desde o século anterior para o atual, a Ciência do Direito passou e está em contantes evoluções que precisam ser verificadas, analisadas e estudadas com mais rigor. As transformações ocorridas nas concepções filosóficas nucleares para o conhecimento científico humano desenvolvem e provocaram necessidades urgentes de alterações em diversas teorias jurídicas. Desta forma, os conceitos mais importantes e nevrálgicos que passaram por evoluções e transformações está na seara da "interpretação". Esta não é mais compreendida como um método e tornou-se extração de sentidos, sendo analisada como um ato que permite que o ser humano a compreenda de forma que haja uma construção de sentidos realizada pelo sujeito a partir do mundo.
Sendo assim, as nuâncias revolucionárias da Filosofia do Ser para a Filosofia da Consciência e depois para a Filosofia da Linguagem impactaram de forma cristalina e intensa na Ciência do Direito. Se o direito é normalmente compreendido, analisado, estudado e entendido como um sistema de normas jurídicas e a construção da interpretação é hoje analisada de modo bem diversificado pelo hermeneuta e para uma perfeita argumentação e interpretação, torna-se muito importante o estudo da linguagem que constitui a realidade compreendida pelo homem a partir do acesso do intelecto à realidade dos dados brutos, conforme destaca Villém Flusser, ela assume papel central na primeira fase interpretativa da norma tributária, quando o sujeito resolve atribuir os sentidos possíveis ao texto normativo e aos fatos que serão regulados. Neste sentido, o sujeito constrói significações observando os aspectos semântico, sintático e pragmático.
Com isso, a análise do resultado da interpretação é muito duvidoso, tendo em vista que depende do sujeito que a realiza que é influenciado completamente pela sua análise pré-compreendida. Sendo assim, para que possamos verificar o que e como se dá a interpretação do direito tributário e as consequências que ocasiona, é imperioso a busca da verificação analítica e a linguagem está nesse tema por isto.
Acredito que agora ingressamos no ponto nevrálgico desta postagem, qual seja: a origem da linguagem.
O texto que vos trago hoje tem uma posição bem arrojada sobre sua origem, mas que nos faz pensar em diversos conceitos sobre a filosofia da linguagem.
Leiam o texto diretamente no link:
Bons estudos.
Leonardo Sia
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